Pular para o conteúdo principal

O futuro é agora.

O que foi pensado no passado não serve ao agora, não se encaixa na situação.

O presente carece pensamentos atualizados.

Isso implica em estudar e entender o que já foi feito não como método a ser repetido, mas como explicação do antigo, do caminho que nos trouxe até aqui.

O agora é singular. É preciso respeitar sua singularidade.

Nesse sentido, ao futuro novo, não nos basta fazer o que foi pensado no passado pois aquilo está entrelaçado a outro agora.

É necessário pensar o novo novamente, sem redundância.

Prestar-se diante a novidade disposto da mente nova. A realidade atual gerando pensares próprios e dignos deste ciclo evolutivo.

Reciclar o velho parece um caminho propício, mas esconde o esforço ainda mais desgastante que o necessário para dar força ao novo momento, pois dedicar ao velho a força gerada por e para o novo é um processo anti-natural, desconexo em continuidade.

É próprio da ordem natural o desaparecimento do que não serviu à evolução.

Portanto o que tende a ficar pelo caminho é justamente aquilo que não é mais útil.

O velho que serviu com utilidade no passado é incapaz de se diferenciar do presente e do futuro.

É harmônico, não se separa da sequência natural, pois sua utilidade transcende a temporalidade.

O que é útil não tem idade, não tem passado nem futuro, vive sempre no eterno presente.

O inútil se distância por natureza. O passado já foi, o futuro é agora.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

"Quem vota e como vota não conta nada; quem conta os votos é que realmente importa." Joseph Stalin

A Smartmatic é um enigma. A empresa surgiu do nada e, de imediato, conseguiu um contrato multimilionário velado em um processo eleitoral que acabou reafirmando o mandato de Hugo Chavez, diminuindo sua oposição política. Ao contrário do que dizem altos níveis da magistratura brasileira, a Smartmatic é uma companhia Venezuelana, operada por Venezuelanos. No entanto, a identidade dos verdadeiros donos da empresa se esconde difusa em meio a uma trama de holdings e laranjas. Ao que tudo indica, porém, a Smartmatic é segurada desde seu nascimento por conhecidos homens de negócios Venezuelanos que preferem o anonimato dado suas afiliações políticas e, talvez, por gerenciarem os interesses de altos oficiais governamentais Venezuelanos. A máscara internacional. A Smartmatic é tida como uma empresa Americana por aqueles que desconhecem sua origem real, seja por ignorância ou por maldade. Seus verdadeiros donos - provavelmente a elite Venezuelana em variadas raízes políticas - p...

Smartmatic, novas denúnicas e a ligação com o caso Maletinazo.

Segundo fontes venezuelanas, DELCY RODRIGUEZ e ALFREDO ANZOLA, dono original da SMARTMATIC, eram um casal. JORGE RODRIGUEZ, diretor da CNE venezuelana, era/é irmão de DELCY RODRIGUEZ, ocupando o cargo no regime Chavez. HUGO CHAVEZ nunca aceitou DELCY em seu círculo pessoal ou em algum ministério pela estranha morte de seu marido ALFREDO “SMARTMATIC” ANZOLA, que era amigo pessoal de CHAVEZ. ALFREDO ANZOLA morreu em decorrência de ferimentos de um estranho acidente de avião, dias depois de denunciar irregularidades no contrato entre DELCY e JORGE (CNE), de estranhas adições ao contrato e de mudanças no software apresentado. Jorge Rodriguez é o presidente da CNE que teve suas contas pagas pela Smartmatic em um resort de Boca Raton, cidade onde ficava a sede americana da empresa. http://www.manilatimes.net/us-caracas-embassy-smartmatic-is-a-riddle/232249/ http://www.cronica.com.mx/notas/2009/472673.html Moisés Maionica, advogado de Jorge Rodriguez, foi empregado pela S...

Bases americanas na América do Sul.

É fato conhecido que o exército americano atua no mundo inteiro, mas poucos sabem o quão presentes eles estão na América do Sul. Em 2009, um acordo entre Colômbia e EUA oficializou a ação de militares e paramilitares norte-americanos ao sul da linha do Equador, sob o pretexto de lutar com mais eficácia contra o narcotráfico e o terrorismo. As primeiras feições públicas dessa interação dos EUA no continente surgem em 2000, quando o governo dos Estados Unidos traz a tona o Plano Colômbia , que já vinha sendo divulgado em discursos do então presidente colombiano Andrés Pastrana desde 1998, negociado com o então presidente americano Bill Clinton. As divergências do que seria a operação surgem desde seu princípio. Pastrana afirmava que o objetivo original era erradicar o tráfico através de planos de desenvolvimentismo, e denunciava que a intenção original colombiana teria sido deturpada e transformada em uma operação militar, tratando os próprios colombianos envolvidos no proble...